China diz que Angola é livre de escolher os seus parceiros internacionais
O embaixador chinês em Angola afirmou hoje que o país “tem o direito de escolher os seus parceiros” internacionais e que espera que as grandes potências promovam o desenvolvimento socioeconómico de África e cumpram as suas promessas.

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Zhang Bin, que iniciou funções a 23 de fevereiro, comentava desta forma a aproximação de Angola aos Estados Unidos, sem responder diretamente se a cooperação com os norte-americanos perturbou a relação com os chineses.
Os EUA são o principal financiador do chamado Corredor do Lobito, ligação ferroviária que percorre Angola desde a costa atlântica à fronteira com a República Democrática do Congo, de importância estratégica para escoar os minérios provenientes da região do Copperbelt (cintura de cobre).
Na conferência de imprensa, o diplomata chinês declarou-se satisfeito pelo facto de as grandes potências estarem a aumentar os investimentos e a promover o desenvolvimento sócio-económico de África, esperando que cumpram as suas promessas.
“A escolha dos parceiros é um direito de Angola e ninguém pode interferir. Ficamos felizes que outros países aumentem os investimentos”, salientou Zhang Bin, acrescentando que o principio da diplomacia chinesa é de não interferência e não ingerência em assuntos internos.
“O que nos opomos é que interfiram na cooperação de África com outros países e façam difamação sobre a cooperação chinesa, (…) esperamos que os restantes países promovam mais a sua cooperação com África, apesar da concorrência que, esperamos, seja de amizade”, vincou.
Sobre a cooperação chinesa com Angola realçou que “trouxe benefícios verdadeiros para os povos dos dois países” e tem evoluído para um aspeto mais pragmático.
Questionado sobre violações dos direitos dos trabalhadores angolanos em empresa chinesas que têm sido noticiados na imprensa de Angola, o diplomata destacou que o Governo chinês exige aos seus cidadãos e empresas que respeitem os regulamentos e leis locais e apoia que sejam sancionados caso cometam crimes, mas não interfere no processo.
Sobre a alegada falta de qualidade das infraestruturas construídas em Angola diz que passaram 20 anos e que precisam de manutenção, sublinhando a necessidade de formar mais técnicos angolanos.
O diplomata afirmou ainda que a China é um parceiro confiável e que se devem evitar “forças externas” que “usam casos singulares para difamar a relação amistosa entre China e África”.
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