Cabinda é o destino doméstico com mais voos operados pela TAAG
Entre Janeiro e Novembro deste ano, a TAAG fez mais de 20 voos por semana para Cabinda, província que se afirma assim como o destino doméstico com maior número de frequências operadas pela companhia aérea de bandeira.

Registro autoral da fotografia
No período em referência, a companhia registou uma média de quatro voos por dia, correspondendo a 28 voos por semana, tendo transportado mais de 220 passageiros na rota de Cabinda.
“Com uma média de quatro voos diários, correspondente a 28 frequências semanais, a TAAG transportou 227.857 passageiros na rota de Cabinda entre Janeiro e Novembro de 2025”, informa a TAAG, em comunicado tornado público.
Segundo a companhia aérea, “este desempenho traduz-se numa média mensal aproximada de 19.918 passageiros, confirmando uma operação regular prestada pela companhia, em resposta a elevada procura e relevância estratégica desta ligação aérea”.
Quase todos os voos foram realizados, com a taxa de realização a situar-se em cerca de 98 por cento.
“Ao nível da performance operacional, a TAAG registou uma taxa de realização de voos próxima dos 98 por cento, com cancelamentos residuais na ordem dos dois por cento”, refere a TAAG, reconhecendo, apesar da baixa incidência, o “transtorno e o impacto que cada cancelamento pode causar nos planos de viagem” dos passageiros.
A seguir a Cabinda, está o Lubango, com uma média de voos semanais na ordem dos nove. O ‘pódio’ fica completo com Catumbela, que apresenta uma média de voos semanais de cerca de oito, conforme um gráfico com a média de frequências de voos semanais nas rotas domésticas divulgado pela empresa (ver no final da notícia).
Assim, a companhia refere que “Cabinda afirma-se como o destino doméstico com maior número de frequências operadas pela TAAG, evidenciando o compromisso da companhia com a inclusão territorial e a continuidade do serviço público de transporte aéreo”.
Relativamente a atrasos e cancelamentos, a companhia indica que podem ser “múltiplos”.
“Os motivos dos atrasos e cancelamentos são múltiplos, estando tipicamente relacionados com razões técnicas, operacionais, meteorológicas, bem como, o grau de operacionalidade do aeroporto de destino, entre outros factores exógenos, como a ruptura na cadeia de fornecimento a nível mundial que afecta diversas companhias aéreas”, lê-se na nota.
A TAAG explica ainda que os passageiros que tenham feito o check-in e o seu voo tenha sido cancelado, “são imediatamente protegidos pela companhia, com reacomodação prioritária nos serviços seguintes, em estrito cumprimento das normas da IATA – International Air Transport Association”.
“Em qualquer circunstância, a prioridade absoluta da TAAG é a segurança dos seus passageiros e tripulação, actuando de acordo com as melhores práticas internacionais da indústria da aviação e conformidade com os padrões de safety (segurança operacional)”, acrescenta a empresa.
No que diz respeito ao “planeamento de rede e da alocação de frota para a rota de Cabinda, a TAAG opera maioritariamente com aeronaves Boeing 737, com capacidade total para 120 passageiros, adequadas ao elevado volume de tráfego de passageiros e carga”.
Em complemento, adianta, alguns serviços são garantidos por aviões modelo Dash-8 Q400, “com capacidade para 74 passageiros, garantindo flexibilidade operacional e eficiência”.
No plano global, a TAAG diz reafirmar o “seu compromisso contínuo, enquanto companhia de bandeira nacional, com a prestação de um serviço aéreo regular, seguro e fiável, ao serviço do desenvolvimento económico e social de Angola” e diz reconhecer a “conectividade doméstica, como uma condição essencial para a inclusão territorial e resposta consistente às necessidades das populações, das empresas e demais instituições do país”.
C/VA
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