Contas penhoradas: quase mil empresas na lista negra do INSS no Cunene
Mais de 900 empresas do Cunene devem ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) cerca de 900 milhões de kwanzas, valores que correspondem às contribuições que deveriam garantir a protecção social dos seus trabalhadores.

Registro autoral da fotografia
A revelação foi feita pelo chefe da delegação provincial do INSS, Luís Salvador, que classificou a situação como preocupante e inaceitável. Segundo o responsável, muitas das empresas só aceitaram negociar depois de verem as suas contas bancárias penhoradas.
Os processos de regularização decorrem agora de forma parcelada, numa tentativa de recuperar parte significativa da dívida e assegurar que os trabalhadores voltem a beneficiar dos direitos previstos na lei.
De acordo com os dados oficiais, a base do INSS no Cunene identifica 951 empresas em falta com o Estado. Todas acumulam atrasos no pagamento da segurança social dos seus funcionários, alguns deles com vários meses por regularizar.
O INSS reafirma que continuará a adoptar medidas coercivas para travar o incumprimento e responsabilizar os devedores, alertando que a evasão contributiva coloca em risco a sustentabilidade do sistema e atinge directamente quem trabalha.
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