Empresa de Minoru Dondo afunda-se em milhões e suspende funcionários sem salário
Endividada até ao limite, a empresa de transportes CIDRALIA afastou 131 trabalhadores e colocou-se à beira da falência, abrindo um novo foco de tensão laboral às portas do novo ano.

Registro autoral da fotografia
Os funcionários contam que a decisão caiu “como uma sentença”: a lista dos suspensos apareceu afixada, sem aviso prévio, sem salário de Dezembro e com a indicação de que permanecerão em casa durante seis meses, igualmente sem remuneração. A empresa, ligada ao empresário Minoru Dondo, justificou a medida com alegada inviabilidade financeira.

Nos documentos internos, a CIDRALIA recorda que iniciou operações com 22 autocarros e expandiu a frota até cerca de 75 viaturas, graças a novas aquisições e alugueres. Porém, avarias sucessivas, falta de peças e o recuo da procura reduziram drasticamente os meios disponíveis, restando hoje apenas 37 autocarros em condições de circular.

O passivo ultrapassa cinco mil milhões de kwanzas e já asfixia a tesouraria. A empresa admite incapacidade para pagar salários, rendas e contratos de aluguer. O reforço de 800 milhões de kwanzas injectado pelos sócios apenas permitiu liquidar parte das dívidas e amortizar um empréstimo bancário que impõe prestações mensais de cerca de 100 milhões.
Face ao colapso iminente, a gestão decidiu devolver a base de Cacuaco, entregar os dez autocarros alugados e desmobilizar a mão-de-obra expatriada. Para os trabalhadores nacionais, avançou com a suspensão da relação jurídico-laboral por seis meses, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2026.
Do outro lado, cresce a revolta. Funcionários acusam a administração de má gestão e exigem a substituição imediata dos gestores, alegando que a falta de passageiros nunca foi o problema. Parte da frota remanescente foi transferida para o parque da MACON, no Kilamba, enquanto a empresa tenta ganhar fôlego num cenário que muitos já consideram irreversível.
C/Factos Diários
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