Greve pode parar comunicação social pública no país por três dias
Os órgãos públicos de comunicação social preparam-se para enfrentar novos dias de forte turbulência. Trabalhadores da imprensa estatal anunciaram uma greve nacional de três dias, marcada para arrancar a 18 de Maio, após meses de promessas falhadas e crescente desgaste nas redacções.

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A decisão foi aprovada por unanimidade durante uma assembleia-geral orientada pelo Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), realizada no Sábado. A paralisação abrangerá profissionais da Rádio Nacional de Angola, Televisão Pública de Angola, Edições Novembro, Angop, TV Zimbo e Media Nova, num movimento que promete expor o profundo mal-estar vivido no sector. Apesar da greve, o sindicato garante serviços mínimos para assegurar comunicações urgentes e informações consideradas inadiáveis.
O secretário-geral do SJA, André Mussamo, explicou que a greve convocada em 2025 acabou travada por uma providência cautelar interposta pelas entidades patronais, mas sublinhou que o cenário mudou após a extinção do processo judicial. Entre as principais reivindicações constam progressão nas carreiras, melhores condições laborais, transparência salarial e meios de transporte para cobertura jornalística, exigências que os profissionais consideram ignoradas há demasiado tempo.
O sindicato acusa ainda as administrações das empresas públicas de sucessivos incumprimentos e de recorrerem a justificações “esfarrapadas” para adiar soluções concretas. Segundo o SJA, a paciência dos trabalhadores chegou ao limite depois de várias promessas feitas desde Janeiro sem qualquer resultado prático. A segunda fase da greve está prevista entre 1 e 5 de Junho, caso não haja avanços nas negociações.
Em Setembro do ano passado, o Tribunal da Comarca de Luanda suspendeu uma greve semelhante, alegando violação do direito dos cidadãos à informação. Desta vez, porém, o sindicato garante que o movimento respeitará os serviços mínimos exigidos por lei, mantendo aberta a porta para negociações, mas avisando que os trabalhadores já não aceitam promessas vazias.
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