João Lourenço acusa ONU de humilhação e denuncia fragilidade
O Presidente da República lançou duras críticas ao actual estado da ordem internacional, afirmando que as Nações Unidas atravessam um “contexto de autêntica humilhação”, incapazes de cumprir o seu papel central na preservação da paz e da estabilidade globais.

Registro autoral da fotografia
Ao discursar na cerimónia de cumprimentos de Ano Novo do corpo diplomático acreditado em Angola, João Lourenço alertou para um “retrocesso assustador” nas conquistas democráticas e acusou o esvaziamento deliberado das responsabilidades da ONU de estar a abrir caminho à desordem internacional.
Segundo o chefe de Estado, a substituição da força da lei pela lei da força resulta de posicionamentos marcados por “dois pesos e duas medidas”, o que compromete uma abordagem imparcial aos principais conflitos políticos que assolam o mundo.
João Lourenço defendeu o multilateralismo como pilar incontornável para a restauração da ordem mundial, advertindo para o risco de uma reconfiguração geopolítica e económica favorável apenas às grandes potências, em detrimento dos interesses colectivos.
O Presidente reafirmou o papel insubstituível das Nações Unidas enquanto garante da paz e da segurança internacionais, alertando para o perigo da redefinição de fronteiras na Europa, em África, no Médio Oriente e no Caribe, regiões onde identifica sinais preocupantes de balcanização.
No plano da política externa, João Lourenço sublinhou que, ao longo de 2025, Angola apostou no reforço das relações diplomáticas com os seus parceiros, com o objectivo de consolidar uma base de confiança sólida, credível e orientada para a cooperação internacional.
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