João Lourenço fecha portas a surpresas: sucessão presidencial será decidida por um único candidato
O Presidente do MPLA, João Lourenço, garantiu ontem que apenas um candidato avançará às eleições de 2027, afastando qualquer hipótese de múltiplas figuras disputarem a corrida presidencial e assegurando que a disciplina interna do partido permanece intacta, apesar das movimentações pré-congresso.

Registro autoral da fotografia
Após inaugurar a nova e imponente sede nacional do MPLA, em Luanda, no âmbito do 69.º aniversário da organização, João Lourenço sublinhou que a apresentação de várias pré-candidaturas “não afecta a harmonia interna” e insistiu que o partido se mantém coeso. Lembrou que, à luz da Constituição, apenas um nome pode ser submetido ao Tribunal Constitucional, independentemente da agitação interna que antecede o Congresso de 2026.
Sem revelar se pretende manter-se na liderança partidária, João Lourenço afastou qualquer cenário de retorno à antiga estrutura bicéfala e recordou que os estatutos determinam que o presidente do partido é automaticamente o cabeça de lista às eleições gerais. O chefe de Estado cumpre o segundo e último mandato constitucional e continua a evitar esclarecer se pretende disputar novamente a chefia do MPLA.
Questionado sobre o desempenho eleitoral de 2022, quando o MPLA perdeu em três províncias, Lourenço rejeitou leituras negativas e insistiu que o resultado foi “bastante bom”, justificando que a maioria absoluta de 124 deputados dá ao partido “folga suficiente para governar com legitimidade”, num quadro parlamentar que considera mais estável do que o de muitos países europeus.
A nova sede do MPLA, erguida em tempo recorde na Avenida Ho Chi Minh, foi apresentada como símbolo da renovação organizacional. O edifício de nove andares acolherá os principais órgãos de direcção e foi inaugurado perante membros do Bureau Político, Comité Central, Conselho de Honra, dirigentes provinciais e militantes das organizações juvenil e feminina.
João Lourenço encerrou a cerimónia reafirmando que o MPLA existe “para servir o povo e a nação”, prometendo que o partido continuará focado no cumprimento das responsabilidades que, sublinhou, “o povo tem reiteradamente confiado”.
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