MPLA reafirma unidade e promete “vitória retumbante” nas eleições de 2027
O MPLA garantiu esta segunda-feira que entra no ciclo político rumo a 2027 “coeso, firme e preparado” para alcançar uma vitória “mais expressiva”, afastando qualquer cenário de instabilidade interna.

Registro autoral da fotografia
Durante a apresentação das comemorações do 69.º aniversário do partido, em Luanda, o porta-voz Esteves Hilário assegurou que o MPLA continua unido “em torno dos seus ideais, da sua bandeira e do seu líder”, mesmo reconhecendo que existem divergências naturais num organismo com milhares de militantes. Sublinhou, contudo, que essas diferenças não ameaçam a disciplina interna nem a linha estratégica definida pela direcção.
O responsável defendeu que o debate interno é saudável e tem espaços próprios, insistindo que a pluralidade de opiniões não representa qualquer risco de ruptura. Questionado sobre o congresso do próximo ano, no qual será escolhido o sucessor de João Lourenço, rejeitou especulações e remeteu todas as decisões para os órgãos competentes.
Sobre o processo judicial envolvendo o general Higino Carneiro, Esteves Hilário afastou comentários, mas frisou que o combate à corrupção — que descreveu como “cortar na própria carne” — permanece um compromisso inabalável do partido, cujos resultados se reflectem nos activos e fundos recuperados “colocados ao serviço dos angolanos”.
Apesar de admitir desgaste político, o porta-voz recusou que o MPLA esteja em recuo. Acrescentou que o partido “não esconde a cabeça debaixo da areia” e assume os desafios actuais, garantindo que está focado na resolução dos problemas sociais. Quanto à possibilidade de a oposição surgir unida em 2027, desvalorizou: “O povo angolano é resiliente e voltará a confiar no MPLA. A história mostra o desfecho dessas alianças”.
O dirigente assegurou ainda que o partido trabalha para inverter os resultados menos favoráveis de 2022, atribuindo parte das dificuldades à quebra de contacto com os militantes durante a pandemia da Covid-19, período em que, disse, se tornou mais difícil explicar as medidas económicas em curso.
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