Nimi-a-Simbi volta a concorrer como presidente da FNLA
Nimi-a-Simbi abriu a porta à recandidatura à liderança da FNLA e garantiu que o partido permanece unido, apesar de sinais de pressão interna.

Registro autoral da fotografia
O presidente da FNLA admitiu que poderá avançar de novo para a presidência no congresso previsto para Setembro ou Outubro de 2026. A decisão, disse, dependerá do trabalho alcançado até lá e do seu estado de saúde.
Perante questões sobre a retirada de confiança a alguns dirigentes por alegadas violações estatutárias, Nimi-a-Simbi afirmou que a FNLA vive num ambiente democrático e assegurou que a actual direcção mantém amplo apoio entre os militantes.
O líder minimizou uma reunião paralela promovida por um grupo de quadros, classificando-a como iniciativa de âmbito provincial, e reconheceu dificuldades “normais”, sobretudo de ordem financeira, que condicionam a gestão do partido.
Nimi-a-Simbi manifestou preocupação com a perda de relevância da FNLA no xadrez político e apontou o congresso como momento decisivo para ultrapassar divisões internas, insistindo que a responsabilidade é colectiva e não apenas do presidente.
Recordou ainda que, durante anos, a FNLA viveu sem direcção estável nem comité central, sublinhou o esforço recente de reconstrução e advertiu que outras forças políticas também atravessam turbulências num cenário que aponta para eleições em 2027.
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