UNITA aponta dedo ao regime e pede atenção internacional para violações de direitos em Angola
A UNITA lançou um duro ataque ao Governo, denunciando prisões arbitrárias, repressão política e a alegada instrumentalização da justiça para silenciar vozes críticas, numa altura em que alerta para um agravamento da situação política e social em Angola.

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A posição consta do comunicado final da reunião do Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, no qual o maior partido da oposição condena o que classifica como criminalização sistemática de cidadãos que exercem, de forma pacífica, direitos constitucionalmente consagrados.
No documento, a UNITA manifesta solidariedade para com vítimas de violência policial e de repressão estatal, acusando o regime que governa o país há cinco décadas de recorrer a métodos intimidatórios para conter o pensamento crítico e limitar o exercício das liberdades fundamentais.
A formação política afirma acompanhar com preocupação a multiplicação de episódios de perseguição a activistas cívicos, defensores dos direitos humanos, jornalistas e cidadãos comuns, considerando que estes actos configuram uma estratégia clara de silenciamento da sociedade civil e de reforço de um Estado autoritário.
O partido condena ainda os impedimentos e proibições arbitrárias de manifestações, marchas e concentrações pacíficas, classificando-os como violações graves da Constituição da República de Angola, dos direitos humanos e dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado angolano.
A UNITA exige o fim imediato da repressão política e cívica, defende a responsabilização dos autores materiais e morais destas práticas e apela ao Presidente da União Africana, João Lourenço, bem como à comunidade nacional e internacional, para que não ignorem o que considera serem violações graves e reiteradas dos direitos fundamentais em Angola.
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