Escritora Paulina Chiziane defende união e reforço de parcerias
A escritora moçambicana Paulina Chiziane defendeu esta segunda-feira, em Luanda, a união e o reforço das parcerias entre as mulheres de Angola e de Moçambique para dinamizar as questões socioeconómicas dos dois países e do continente africano.

Registro autoral da fotografia
Em declarações à imprensa, depois de uma audiência com a Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, Paulina Chiziane frisou que as duas nações precisam estar juntas, porquanto a África precisa de uma economia forte e de mulheres fortes, bem como de “uma libertação mental”.
Fez saber que cerca 75 por cento da economia dos países africanos está nas mãos das mulheres, daí a necessidade de unir sinergias para se definir o que fazer de forma a potenciar as mulheres, tendo em conta a força que detêm
“Devemos juntar forças, lutar contra o preconceito, principalmente nas mulheres “zumgueiras” (vendedoras ambulantes) enfrentam, pois se olharmos para pirâmide veremos que a maioria ou a base da pirâmide são essas mulheres que suportam financeiramente a África inteira”, enfatizou.
A título de exemplo, apontou a repressão policial que elas sofrem ou até mesmo violência física por venderem nas ruas.
Precisou que o desenvolvimento das mulheres em África é um processo, pois os problemas que Moçambique enfrenta se equiparam aos problemas que Angola enfrenta, conjuntura idêntica a outros países africanos.
Para esta nova fase das nossas lutas, disse, precisamos de estar juntas e “muito obrigada Angola, por nos receber e trocar impressões tão importantes”.
Realçou que visita Angola, acompanhada de mais dois jovens, um historiador e um activista social, para de igual modo debater as questões relacionada com a libertação financeira das mulheres.
“Nos temos uma história comum e é preciso recordar que para sermos livres, os nossos ancestrais sempre caminharam juntos, nesse caso, posso falar de Agostinho Neto, Samora Machel, entre outros, lembrando que luta pela independências foi conquistada, mas a luta continua porque a África precisa de uma economia forte, de mulheres fortes e de uma libertação mental.
A escritora, de 68 anos, com 13 obras literárias publicadas, a primeira das quais aos 35 anos, considera o trabalho como seu legado, embora sofrer rotulagens por qualquer abordagem feita.
Paulina Chiziane é considerada como a primeira mulher moçambicana a publicar um romance no seu país e a primeira negra a receber o Prémio Camões, além de, recentemente, ter sido eleita uma das 100 mulheres mais influentes do mundo, em 2023.
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