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Fábrica de óleo alimentar abre em Luanda para processar 500 toneladas/dia

A Refitec, uma fábrica de óleos alimentares do Grupo Naval, vai ser inaugurada esta Quarta-feira, na zona da Boavista, em Luanda. A nova fábrica será capaz de refinar e processar 500 toneladas por dia de óleo de palma e óleo de soja, girassol, bem como outras gorduras e óleos vegetais.

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O projecto permitirá criar 850 empregos directos, segundo refere um comunicado remetido ao VerAngola.

“O projecto resultará na criação de 850 empregos directos, impulsionando a empregabilidade local e proporcionando oportunidades de formação e desenvolvimento para os trabalhadores”, lê-se no comunicado.

“Localizada numa área de 8900 metros quadrados, nas imediações do Porto de Luanda, a Refitec posiciona-se como uma futura potência industrial, com o objectivo de transformar o sector de óleos alimentares em Angola e garantir uma quota de mercado superior a 50 por cento”, acrescenta a nota.

A inauguração da referida fábrica, de acordo com Eduardo Barbosa, CFO do Grupo Naval, “representa um marco fundamental para o sector industrial angolano e para a estratégia de crescimento do grupo”.

O responsável considerou estarem a apostar na produção nacional, contribuindo para a diminuição das importações e reforço da economia: “Estamos a apostar na produção nacional, reduzindo a dependência das importações e contribuindo para o fortalecimento da economia do país”, destacou o CFO do grupo, que também reforçou o “impacto social e económico do projecto”.

“Este investimento não só fortalece a nossa posição no mercado, como também gera oportunidades para centenas de angolanos, promovendo o emprego e o desenvolvimento sustentável. O nosso compromisso é continuar a investir em sectores estratégicos e de alto impacto para Angola”, referiu.

Com a abertura desta unidade fabril, o Grupo Naval diz reafirmar o seu “compromisso com a auto-suficiência alimentar do país e o desenvolvimento sustentável, apostando num sector essencial para o crescimento económico”.

“Este investimento contribuirá ainda para a melhoria das condições de vida das comunidades locais e para o fortalecimento da economia angolana, promovendo uma cadeia de valor que beneficiará produtores, distribuidores e consumidores”, aponta ainda a nota.

C/VA