Lima Massano projeta corredor do Lobito até à Tanzânia
O Corredor do Lobito poderá ganhar uma dimensão ainda mais ambiciosa e ligar Angola ao Oceano Índico, caso a ligação ferroviária avance até Dar es Salaam, na Tanzânia, abrindo uma nova porta de acesso ao comércio mundial. A perspectiva foi avançada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

Registro autoral da fotografia
A declaração foi feita em Lisboa, durante a conferência “Radar África, Os Caminhos de Angola”, organizada pelo Jornal de Negócios. Segundo o governante, a extensão da linha férrea desde o Lobito até à fronteira com a República Democrática do Congo, passando pela Zâmbia e alcançando o porto tanzaniano de Dar es Salaam, poderá criar um corredor logístico capaz de ligar o Atlântico ao Índico e aproximar África dos principais mercados globais.
Lima Massano destacou que esta rede ferroviária reforça a integração regional na África Austral e cria uma rota alternativa para o transporte internacional de mercadorias, num momento em que a instabilidade global como o conflito no Médio Oriente expõe a vulnerabilidade das cadeias logísticas tradicionais. O governante classificou o projecto como um verdadeiro “corredor de desenvolvimento económico”.
Entre os efeitos esperados da reabilitação da infra-estrutura, o ministro apontou o surgimento de plataformas logísticas e novos investimentos produtivos. Um dos exemplos citados envolve apoio financeiro dos Países Baixos para impulsionar a produção e exportação de abacate, aproveitando o potencial da nova rede de transporte.
As declarações surgem pouco depois da primeira exportação de cobre e cobalto através da Lobito Atlantic Railway, numa operação conduzida pela Entreprise Générale du Cobalt e pela Trafigura. A linha férrea, com cerca de 1300 quilómetros entre o porto do Lobito e o Luau, na fronteira com a RDCongo, e ligação adicional até Kolwezi, no cinturão de cobre congolês, permite reduzir o tempo de transporte em cerca de sete dias face a outras rotas.
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