overno avança com privatização e coloca acções do BCA no mercado
o Governo vai vender a sua participação no Banco Comercial Angolano (BCA), num processo público que integra o programa de privatizações em curso.

Registro autoral da fotografia
De acordo com um decreto presidencial datado de 20 de Abril, será alienada a posição de 1,44% do capital social do BCA através de concurso público, com prioridade para os actuais accionistas. A operação deverá obedecer ao direito de preferência dos sócios, garantindo que a aquisição ocorra ao preço mais competitivo resultante das propostas apresentadas.
O diploma, assinado pelo Presidente João Lourenço, confere à ministra das Finanças amplos poderes para conduzir todo o processo, desde a abertura do concurso até à adjudicação e assinatura do contrato. Caberá igualmente à tutela assegurar a legalidade e transparência de cada etapa, num processo que será acompanhado por uma comissão de negociação composta por representantes do sector.
Com uma estrutura accionista distribuída por 29 entidades sete das quais detêm cerca de 65,5% do capital o banco apresenta um equilíbrio delicado de forças, liderado pela SADINO, que possui a maior fatia individual. A venda agora anunciada pode reconfigurar, ainda que de forma subtil, este tabuleiro financeiro.
A alienação integra o programa de privatizações 2023-2026, através do qual o Executivo procura reforçar o papel do sector privado na economia. Num contexto de reformas estruturais, o Estado volta a abrir mão de activos estratégicos, numa aposta que poderá redefinir o controlo e a dinâmica do sistema bancário nacional.
C/Lusa
Notícias que você também pode gostar
Depois do caos provocado pelas cheias, as escolas de Benguela voltam a ganhar vida: alunos regressam em força às salas de aula, numa tentativa de retomar a normalidade após dias de incerteza.
Há 2 horas
A língua não é um monumento de pedra; é um organismo vivo. Não nasce nos gabinetes, não se desenvolve nos decretos, nem se esgota nos dicionários. A língua nasce no povo. É o povo que faz e manda na língua. Esta afirmação, longe de ser mero slogan, encontra respaldo na sociolinguística contemporânea e revela profundas implicações para o contexto angolano.
Há 2 horas
Há perguntas que parecem simples até serem colocadas no contexto certo. A laicidade do Estado angolano é uma delas. Formalmente, não há ambiguidade: a Constituição consagra a separação entre o Estado e as confissões religiosas. Mas a realidade — como tantas vezes acontece em Angola — é mais rica, mais complexa e, por vezes, mais contraditória.
Há 2 horas
o Governo vai vender a sua participação no Banco Comercial Angolano (BCA), num processo público que integra o programa de privatizações em curso.
Há 2 horas
ONG Omunga acusa o Governo de “negligência” no desastre do rio Cavaco e exige a criação urgente de um gabinete de crise para apurar responsabilidades.
Há 2 horas
A Zona Económica Especial Luanda-Bengo entra numa nova era: o Governo decidiu transformá-la em sociedade anónima e avançar com a venda de 15% do capital, num passo que promete redesenhar o mapa industrial do país.
Há 2 horas
Um surto de sarampo está a provocar alarme no Cubango, com pelo menos 15 mortos e mais de 500 casos registados desde o início do ano no município do Caiundo.
Há 2 horas
Boatos de feitiçaria voltam a incendiar ânimos no Moxico e acabam em violência: cinco pessoas foram detidas pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) após agressões brutais contra cidadãos acusados de fazer “desaparecer” órgãos genitais.
Há 2 horas
Depois do caos provocado pelas cheias, as escolas de Benguela voltam a ganhar vida: alunos regressam em força às salas de aula, numa tentativa de retomar a normalidade após dias de incerteza.
Há 2 horas
A língua não é um monumento de pedra; é um organismo vivo. Não nasce nos gabinetes, não se desenvolve nos decretos, nem se esgota nos dicionários. A língua nasce no povo. É o povo que faz e manda na língua. Esta afirmação, longe de ser mero slogan, encontra respaldo na sociolinguística contemporânea e revela profundas implicações para o contexto angolano.
Há 2 horas
Há perguntas que parecem simples até serem colocadas no contexto certo. A laicidade do Estado angolano é uma delas. Formalmente, não há ambiguidade: a Constituição consagra a separação entre o Estado e as confissões religiosas. Mas a realidade — como tantas vezes acontece em Angola — é mais rica, mais complexa e, por vezes, mais contraditória.
Há 2 horas
o Governo vai vender a sua participação no Banco Comercial Angolano (BCA), num processo público que integra o programa de privatizações em curso.
Há 2 horas
ONG Omunga acusa o Governo de “negligência” no desastre do rio Cavaco e exige a criação urgente de um gabinete de crise para apurar responsabilidades.
Há 2 horas
A Zona Económica Especial Luanda-Bengo entra numa nova era: o Governo decidiu transformá-la em sociedade anónima e avançar com a venda de 15% do capital, num passo que promete redesenhar o mapa industrial do país.
Há 2 horas
Um surto de sarampo está a provocar alarme no Cubango, com pelo menos 15 mortos e mais de 500 casos registados desde o início do ano no município do Caiundo.
Há 2 horas
Boatos de feitiçaria voltam a incendiar ânimos no Moxico e acabam em violência: cinco pessoas foram detidas pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) após agressões brutais contra cidadãos acusados de fazer “desaparecer” órgãos genitais.
Há 2 horas













