Oxford Economics prevê produção de petróleo a chegar aos 1,187 milhões de barris/dia
A consultora Oxford Economics prevê que Angola continue a aumentar ligeiramente a produção diária de barris de petróleo este ano, depois de um aumento de 4,1 por cento em 2024, para 1,176 milhões, cimentando um “crescimento modesto” a médio prazo.

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“Prevemos que a produção de petróleo tenha aumentado 4,1 por cento em 2024, para 1,176 milhões de barris diários, e que aumente 1 por cento para 1,187 milhões de petróleo por dia este ano”, escrevem os analistas do departamento africano desta consultora britânica.
Num comentário à evolução do sector do petróleo em Angola, enviado aos clientes e a que a Lusa teve acesso, a Oxford Economics escreve que “há vários desenvolvimentos que sustentam um crescimento modesto e contínuo do setor do petróleo a médio prazo”.
Entre esses factores aponta as dez licenças que deverão ser emitidas em breve nas bacias de Benguela e Kwaza, e o licenciamento de novos blocos a partir de 2026 pelo regulador do sector.
“A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG) está a planear mais uma ronda plurianual de licenciamentos para blocos de petróleo e gás a partir de 2026, que pode atrair 60 mil milhões de dólares em novos investimentos nos próximos cinco anos”, escrevem os analistas.
As previsões são melhores do que indicava num relatíro sobre o sector, em Janeiro, a Agência Internacional de Energia (AIE), que previa Angola a bombear 1,11 milhões de barris por dia em 2024, e depois 1,08 e 10,9 nos dois anos seguintes.
No princípio de Janeiro, a Oxford Economics tinha previsto que Angola estagnasse a produção de petróleo este ano nos 1,173 milhões de barris diários este ano.
O país é o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana, a seguir à Nigéria, e saiu da Organização dos Países Exportadores de Petróleo no princípio de 2024 por discordar com as quotas impostas.
C/VA
PONTUAL, fonte credível de informação.
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