Primeiro-ministro francês demite-se menos de um mês após tomar posse
Sébastien Lecornu não resistiu à pressão política e apresentou a demissão a Emmanuel Macron, tornando-se o quarto chefe de governo a cair em apenas um ano.

Registro autoral da fotografia
A instabilidade política em França atingiu um novo pico esta segunda-feira, 6 de Outubro, com a demissão inesperada do primeiro-ministro Sébastien Lecornu, apenas 27 dias depois de ter sido nomeado por Emmanuel Macron.
O Palácio do Eliseu confirmou, em comunicado, que o presidente francês aceitou o pedido de demissão, abrindo uma nova crise no coração do governo, num momento em que o país ainda tenta recuperar da turbulência política gerada pelas reformas económicas e pela divisão no parlamento.
Lecornu, que assumiu funções a 9 de Setembro, viu o seu curto mandato ser abalado por fortes críticas tanto da oposição de esquerda como da direita, após ter revelado, no domingo, parte da composição do seu governo. A escolha de ministros maioritariamente oriundos do centro-direita e próximos do seu antecessor, François Bayrou, foi encarada como um sinal de continuidade e não de renovação, o que alimentou o descontentamento político.
As reacções foram imediatas e contundentes. A esquerda classificou o novo elenco como “mais do mesmo”, enquanto a extrema-direita acusou Macron de “desrespeitar o voto popular”. Nos bastidores, cresciam ameaças de uma moção de censura que, a concretizar-se, poderia ter derrubado o executivo em poucas semanas.
Com a saída de Lecornu, Macron soma o quarto primeiro-ministro em apenas doze meses, depois da queda do anterior governo, afastado pelo parlamento devido às polémicas propostas de cortes na despesa pública.
A imprensa francesa descreve o ambiente político em Paris como “explosivo”, com sectores do partido presidencial a exigirem uma recomposição urgente do governo e a oposição a pressionar para a dissolução da Assembleia Nacional.
Para já, o Eliseu mantém silêncio sobre o nome do sucessor, mas fontes próximas da presidência admitem que Macron enfrenta um dos momentos mais delicados do seu segundo mandato.
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