Rússia e China travam consenso na ONU sobre condenação ao Irão
Uma nova tensão diplomática marcou o Conselho de Segurança das Nações Unidas, depois de Rússia e China se terem abstido na votação de uma resolução que condena o Irão, por considerar que o texto ignora os ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel no actual conflito no Médio Oriente.

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O documento, redigido pelo Bahrein com apoio de países do Golfo, recebeu treze votos favoráveis entre os quinze membros do órgão, mas encontrou reservas de Moscovo e Pequim por, segundo críticas implícitas, concentrar as acusações exclusivamente em Teerão.
A resolução condena de forma contundente os alegados ataques iranianos contra territórios do Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Dúrgia, classificando-os como violações do direito internacional. O texto exige ainda que o Irão interrompa essas acções e critica tentativas de perturbar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais sensíveis do planeta.
Entretanto, forças iranianas afirmaram ter atingido três navios naquela passagem estratégica, acção apresentada por Teerão como resposta directa aos bombardeamentos conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos iranianos na região.
Desde o início do confronto militar, a 28 de Fevereiro, o conflito já provocou quase duas mil mortes e 2.744 feridos em pelo menos nove países do Médio Oriente, sinal de uma crise que continua a alastrar e que mantém a comunidade internacional em alerta máximo.
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