“Respeito ou falhanço moral”: Papa critica tratamento dado aos migrantes
O Papa Leão XIV deixou um aviso contundente: os migrantes têm de ser tratados com dignidade humana, mesmo quando os Estados reforçam o controlo das fronteiras.

Registro autoral da fotografia
Durante a viagem de regresso da sua digressão por África, o líder da Igreja Católica sublinhou que a migração é um fenómeno global e complexo, que ultrapassa fronteiras e afecta países em todos os continentes. Ainda assim, frisou que nenhuma política pode ignorar a condição humana de quem procura melhores condições de vida.
Leão XIV reconheceu o direito dos Estados a regularem a entrada de estrangeiros, mas alertou para o risco de práticas desumanas. Defendeu que a gestão migratória deve equilibrar ordem e respeito, evitando situações que agravem a vulnerabilidade de quem já foge de contextos difíceis.
O pontífice foi mais longe ao questionar o papel dos países mais ricos, apelando a um maior envolvimento na resolução das causas da migração. Segundo afirmou, a falta de oportunidades no Sul global alimenta um fluxo constante de jovens que procuram no Norte um futuro que muitas vezes não encontram.
A viagem papal, que passou por Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, terminou com um apelo claro: combater o tráfico humano e investir nos países de origem não é apenas uma opção política — é uma responsabilidade moral urgente.
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