0º C

19 : 05

TAAG quer mais mulheres a pilotar

A TAAG assumiu um novo desafio estratégico: aumentar a presença feminina no sector da aviação, numa aposta clara na igualdade de género e na renovação do capital humano.

Registro autoral da fotografia

Há 2 horas
2 minutos de leitura

A posição foi reforçada por Neide Teixeira, administradora para o Capital Humano e Jurídico, que garantiu existir já um movimento em curso, com mulheres em formação como pilotos, incluindo programas no estrangeiro, embora reconheça que a retenção feminina ainda enfrenta obstáculos no sector.

Sem impor quotas formais, a companhia afirma privilegiar uma abordagem prática, com comunicação inclusiva e criação de condições reais de progressão profissional. A estratégia passa também por integrar pessoas com necessidades especiais, consolidando a inclusão como pilar da organização.

Entre as iniciativas em destaque surge o programa de estágios “Take Off With TAAG”, que visa captar jovens talentos em todo o país. Na primeira edição, apenas cerca de 20 por cento dos participantes eram mulheres — um número que a empresa considera insuficiente e que pretende inverter com urgência.

A par disso, a transportadora intensifica acções nas escolas e universidades para despertar o interesse pela aviação desde cedo, numa altura em que o sector aposta na nova geração para garantir o futuro. O tema ganhou força durante a Feira das Profissões da Aviação Civil, integrada num fórum dedicado à inclusão e igualdade no espaço aéreo angolano.