“Viramos pedintes”: trabalhadores angolanos denunciam vida de miséria
Centenas de trabalhadores marcharam em Luanda no 1.º de Maio e lançaram um alerta duro: dizem viver numa realidade de “mendicidade”, exigindo salários dignos e o fim de práticas laborais consideradas abusivas.

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A manifestação, que juntou funcionários dos sectores público e privado, foi marcada por palavras de ordem e um manifesto conjunto das principais centrais sindicais UNTA-CS, CGSILA e Força Sindical — que reclamam melhores condições de trabalho, remuneração justa e igualdade de tratamento entre nacionais e expatriados.
Os sindicatos acusam o actual modelo laboral de falhar na protecção dos trabalhadores e apelam ao Governo para adoptar políticas inclusivas e eficazes, defendendo um diálogo social permanente que produza resultados concretos no emprego e na segurança laboral. Exigem ainda maior rigor na fiscalização, face ao que consideram ser violações recorrentes das normas por parte de empregadores.
Para o secretário-geral da CGSILA, Francisco Jacinto, o cenário é alarmante: o trabalhador angolano, afirmou, tornou-se “um pedinte”, vítima de salários baixos e desajustados à realidade económica. O sindicalista apontou ainda desigualdades na distribuição da riqueza, apesar dos recursos naturais do país, e denunciou situações críticas em sectores como a comunicação social.
Na mesma data, o Presidente João Lourenço reconheceu o papel central dos trabalhadores no desenvolvimento nacional e assegurou que o Executivo continua empenhado em melhorar as condições de vida, num contexto que os sindicatos descrevem como cada vez mais pressionante.
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