Após o caos das cheias, escolas de Benguela voltam a encher
Depois do caos provocado pelas cheias, as escolas de Benguela voltam a ganhar vida: alunos regressam em força às salas de aula, numa tentativa de retomar a normalidade após dias de incerteza.

Registro autoral da fotografia
O reinício do III trimestre, anunciado pelo Governo provincial uma semana após o transbordo do rio Cavaco, registou uma adesão crescente entre segunda e terça-feira, com estudantes e professores a responderem positivamente ao apelo das autoridades. A paralisação, causada pelas inundações que atingiram milhares de famílias, deixou marcas profundas, mas não travou o regresso progressivo às aulas.
No Complexo Escolar BG-1.348 “Luís Gomes Sambo”, o arranque decorreu sem sobressaltos, apesar de um primeiro dia marcado por fraca presença, devido à divulgação tardia da informação. Segundo o director, Valdemar Pedro João, a taxa de assiduidade começou nos 30% e subiu rapidamente para níveis entre 70% e 80% no dia seguinte, sinal de recuperação acelerada.
Ainda assim, persistem ausências, sobretudo entre alunos residentes nas zonas mais afectadas pelas enchentes. A direcção da escola admite dificuldades e já procede ao levantamento dos casos, com o objectivo de facilitar a reintegração dos estudantes que continuam a enfrentar os efeitos da catástrofe.
Apesar de a instituição se situar numa área pouco atingida, o impacto indirecto faz-se sentir, inclusive entre funcionários que lutam para recuperar as suas habitações. Mesmo neste cenário, a escola garante estar preparada para prosseguir as actividades lectivas, num esforço colectivo para virar a página após a tragédia.
C/Jornal de Angola
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