ACJ ataca escolha da Indra e fala em “medo” do poder nas eleições
A escolha da empresa espanhola Indra para gerir a componente tecnológica das eleições gerais de 2027 provocou forte reacção do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, que acusou o poder político de agir por “medo” ao voltar a confiar na mesma companhia responsável pelos processos eleitorais desde 2008.

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O líder da oposição questionou, em tom crítico, a repetição da escolha da multinacional espanhola, apesar das polémicas que têm marcado os pleitos anteriores. “Parece que no mundo não existe outra empresa”, ironizou, ao sugerir que a insistência na mesma solução tecnológica ignora o descontentamento de parte da sociedade angolana.
As declarações foram feitas no sábado, na cidade do Luena, durante um acto político inserido nas comemorações dos 60 anos da UNITA. Na ocasião, Costa Júnior afirmou que a decisão da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de adjudicar novamente o serviço à Indra demonstra que o Governo não escuta as preocupações do país nem valoriza as críticas sobre a gestão eleitoral.
O dirigente aproveitou ainda o palco político para atacar o MPLA, acusando o partido no poder de falta de pluralidade interna. Como exemplo, apontou o recente congresso da OMA, organização feminina do MPLA, no qual apenas uma candidata chegou à disputa final após a desistência de outras concorrentes, situação que, na sua visão, levanta dúvidas sobre o compromisso democrático.
Durante o mesmo evento, marcado por forte mobilização de militantes no Luena, o presidente da UNITA voltou a defender a criação de um observatório eleitoral independente e reiterou a necessidade de implementar autarquias locais e um pacto de estabilidade democrática, iniciativas que, segundo afirmou, poderão reforçar a transparência política e restaurar a confiança nas instituições.
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