Cabinda recebe primeira refinaria construída de raiz após a independência
Unidade prevê colocar combustíveis no mercado ainda este ano

Registro autoral da fotografia
A Refinaria de Cabinda foi inaugurada esta segunda-feira pelo Presidente da República, marcando um passo decisivo na estratégia nacional de reforço da capacidade de refinação. A infra-estrutura, avaliada em mais de 470 milhões de dólares, arranca com uma produção diária de 30 mil barris de petróleo, podendo colocar os primeiros derivados no mercado já antes do final do ano.
Concebida para atingir uma capacidade total de 60 mil barris por dia, a refinaria inicia operações com metade do seu potencial. O projecto resulta de uma parceria entre a Gemcorp, com 90 por cento do capital, e a Sonangol, com 10 por cento, num modelo em que o petróleo e os derivados permanecem sob controlo público.
Segundo o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, a Gemcorp assume apenas a função de refinação, mediante uma taxa de processamento, cabendo à Sonangol fornecer o crude e receber os produtos já transformados. “Não há perda de soberania. O petróleo e os produtos refinados continuam sempre sob a tutela do Estado angolano”, garantiu o ministro Diamantino Azevedo.
Durante a cerimónia, o governante sublinhou que o empreendimento constitui um activo estratégico para a segurança energética do país, a valorização da província de Cabinda e a criação de novos postos de trabalho. Recordou ainda que a iniciativa se insere na Estratégia de Refinação Petrolífera, que inclui a modernização da unidade de Luanda, já concluída, e os projectos do Lobito e do Soyo.
A governadora de Cabinda, Suzana Abreu, classificou a inauguração como “um sonho tornado realidade”, destacando o impacto que a transformação local dos recursos naturais terá no emprego, na renda e na transferência de tecnologia. Também o director da Gemcorp, Marcus Weyll, frisou que o projecto contribui para o desenvolvimento de competências e para o futuro das próximas gerações.
De acordo com dados oficiais, a Refinaria de Cabinda já permitiu a criação de mais de três mil postos de trabalho, contando com cerca de 700 técnicos nacionais formados para a operação. A unidade irá produzir gasóleo, querosene de aviação (Jet A1), fuelóleo pesado e nafta.
A inauguração da refinaria constituiu o ponto alto da visita presidencial de dois dias à província, que prossegue esta terça-feira com a abertura da nova sede do governo provincial e a participação do Chefe de Estado numa reunião com as autoridades locais.
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