Candidato ao sindicato dos professores diz que processo eleitoral está viciado
Um candidato a presidente do Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) disse, esta Terça-feira, que foi suspenso do conselho nacional deste organismo para não concorrer ao cargo, referindo que o processo eleitoral está cheio de “vícios”.

Registro autoral da fotografia
Fernando Tomé Laureano, ex-secretário provincial do Sinprof de Luanda e candidato à liderança deste órgão a nível nacional, faz parte de um grupo de seis membros do conselho nacional do Sinprof afastados pela direcção cessante, alegadamente para beneficiar candidaturas da “conveniência” da direcção.
A situação foi relatada esta Terça-feira, em conferência de imprensa, por João Francisco, também suspenso daquele órgão e porta-voz da candidatura de Fernando Tomé Laureano, considerando que a direcção nacional do Sinprof “vem violando constantemente” os princípios estatutários desde 2018.
Francisco denunciou alegadas perseguições de alguns membros, afastados em 2018 do anterior secretariado nacional sem qualquer comunicação prévia, com inquéritos sob pretexto de estarem contra o novo executivo do secretariado nacional indicado pelo presidente.
O congresso electivo para a renovação de mandatos dos órgãos centrais e provinciais do Sinprof está previsto para 17 a 19 de Outubro próximo, sendo que o período para a apresentação de candidaturas decorre de 21 a 25 de Setembro.
Deste modo, observou o porta-voz, o candidato Fernando Tomé Laureano, arbitrariamente suspenso do conselho nacional, está impossibilitado de proceder a entrega da candidatura, salientando que foi igualmente suspensa (desde 22 de Agosto) a sua equipa de trabalho, que recolhia assinaturas de apoio ao candidato.
“Diante destes factos, no presente cenário implantou-se na organização um clima tenebroso e de incertezas quanto ao futuro do Sinprof, onde hoje presenciamos que o exercício de liberdade de expressão do direito da livre concorrência é tido como uma afronta contra o presidente do Sinprof”, lamentou.
Recordou que o actual presidente do sindicato anunciara já, em reunião virtual, o nome da sua candidata ao cargo, “violando o princípio do tratamento igual”, ao não ter anunciado igualmente a candidatura de Fernando Tomé Laureano, manifestada em Outubro de 2023.
Laureano, que disse que decorre desde 30 de Agosto um processo judicial junto do Tribunal da Comarca de Luanda para uma acção cautelar visando a anulação do congresso, referiu que a actual direcção do sindicato deverá provar em tribunal as alegações de incitação de ódio, tribalismo e corrupção eleitoral.
“Na verdade, depois de me aperceber das alegações, que são infundadas, intentámos uma queixa-crime, porque o senhor presidente com a sua equipa terão de provar se na verdade nós criamos incitação de ódio, tribalismo e desrespeito aos nossos superiores hierárquicos”, rematou.
VA
PONTUAL, fonte credível de informação.
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