EUA assumem controlo da Venezuela
Os Estados Unidos assumem controlo temporário da Venezuela e admitem novo ataque militar, caso considerem necessário.

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O Presidente norte-americano anunciou que Washington passa a “dirigir a Venezuela” até à conclusão de uma transição política considerada segura. Donald Trump afirmou que a intervenção pretende impedir qualquer regresso ao poder de figuras que, no seu entender, não coloquem o interesse do povo venezuelano em primeiro lugar.
Numa conferência de imprensa na Florida, ladeado pelos responsáveis da Defesa, da diplomacia e dos serviços secretos, Trump revelou que autorizou empresas petrolíferas norte-americanas a deslocarem-se ao país para explorar as vastas reservas de crude. Garantiu investimentos de milhares de milhões de dólares e a recuperação de infra-estruturas danificadas, prometendo receitas rápidas para o Estado venezuelano.
O Presidente dos EUA deixou ainda um aviso: Washington encontra-se preparada para lançar “um segundo ataque, mais forte, se necessário”. Sublinhou que, após a detenção de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores, não pretende correr riscos quanto ao futuro político do país. O antigo casal presidencial permanece sob custódia norte-americana a bordo do navio USS Iwo Jima, aguardando traslado para Nova Iorque, onde enfrenta acusações por narcoterrorismo.
Trump declarou “paz, liberdade e justiça” como objectivos centrais da operação, evocando milhões de venezuelanos que deixaram o país e manifestam desejo de regressar. Em paralelo, o Governo de Caracas denunciou uma “gravíssima agressão militar” após explosões nocturnas na capital e decretou o estado de excepção.
A ofensiva, descrita por Trump como “ataque em grande escala”, resultou na retirada forçada de Maduro do território venezuelano. O episódio reabre o debate internacional sobre os limites da intervenção externa e expõe a Venezuela a um futuro incerto sob tutela norte-americana.
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