FAF assume falhas na CAN e recusa abandonar o comando
A Federação Angolana de Futebol assumiu a responsabilidade pela eliminação precoce da selecção na CAN 2025 e descartou qualquer cenário de demissão.

Registro autoral da fotografia
Em conferência de imprensa, o presidente da FAF, Alves Simões, classificou a campanha em Marrocos como um “fracasso” e apontou falhas na preparação. A redução do plano de trabalho, de oito para apenas três dias, surgiu como uma das razões invocadas. O dirigente rejeitou, no entanto, que a mudança de treinador tenha pesado no desfecho, por considerar que o anterior ciclo já se encontrava esgotado.
A pressão pública pela saída da actual direcção e da equipa técnica intensificou-se após a eliminação, mas Alves Simões fechou a porta a qualquer recuo. O líder federativo afirmou que pretende concluir o mandato e anunciou disponibilidade para se recandidatar. Garantiu ainda a continuidade do seleccionador Patrice Beaumelle, enquanto se mantiver o cumprimento dos objectivos contratualizados.
O vice-presidente para as selecções nacionais, Carlos Alonso “Cali”, atribuiu parte das dificuldades à decisão da FIFA que retirou uma semana ao período de preparação das equipas africanas. Segundo o dirigente, a alteração afectou o plano delineado entre direcção e equipa técnica e teve impacto directo no desempenho em competição.
Na CAN, Angola caiu logo na fase de grupos. A selecção encerrou o Grupo B no terceiro lugar, com dois pontos, resultado de dois empates e uma derrota, um contraste evidente com a presença anterior nos quartos-de-final.
A FAF promete avaliar internamente o que correu mal, mas mantém a convicção de que o actual projecto técnico ainda pode dar respostas ao nível das expectativas nacionais.
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