Gasóleo volta a subir e chega aos 400 kwanzas/litro
O preço do gasóleo em Angola voltou a aumentar, pela segunda vez este ano, passando dos actuais 300 kwanzas para 400 kwanzas. O aumento entrou em vigor às 00:00 desta Sexta-feira.

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Segundo um comunicado do Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP), os preços dos restantes produtos em regime de preços fixados — nomeadamente a gasolina, o petróleo iluminante e o gás de petróleo liquefeito — mantêm-se inalterados.
A evolução dos preços do gasóleo e da gasolina em Angola desde o início da retirada gradual dos subsídios aos combustíveis, em 2023, reflecte um processo de ajuste progressivo implementado pelo Governo, com o objectivo de alinhar os preços com os valores de mercado até ao final de 2025.
Desde Junho de 2023, o preço da gasolina subiu de 160 kwanzas para 300 kwanzas por litro, um aumento de 87,5 por cento, enquanto o gasóleo aumentou de 135 kwanzas para 400 kwanzas por litro, uma subida de 165 kwanzas, o que corresponde a mais de 120 por cento de acréscimo.
Desde o início do ano, o preço do gasóleo subiu 50 por cento em Março, para 300 kwanzas, tendo agora um novo aumento de mais 100 kwanzas por litro.
Em 2022, os subsídios aos combustíveis totalizaram 1,98 biliões de kwanzas, com o executivo a prever uma poupança anual de cerca de 400 mil milhões de kwanzas com a sua eliminação, que pode acontecer até ao final de 2025.
A política de retirada de subsídios visa reduzir o peso da despesa pública e redirecionar recursos para setores prioritários como saúde e educação.
Contudo, os aumentos de preços têm gerado críticas, sobretudo devido ao impacto nos custos operacionais de sectores como os transportes, a agricultura e as pescas e a indústria, e agravamento das dificuldades para as famílias de baixos rendimentos.
A retirada dos subsídios tem sido acompanhada por medidas de mitigação social, incluindo subsídios específicos para sectores como a agricultura e as pescas, além do reforço de programas sociais como o Kwenda (transferências directas para famílias vulneráveis).
O Fundo Monetário Internacional tem defendido a retirada dos subsídios, considerando que estes beneficiam de forma desproporcionada as camadas mais favorecidas da população.
C/VA, Lusa
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