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Governo endurece exigências e quer Hospital Américo Boavida ao mais alto nível internacional

A ministra da Saúde assegurou, na China, que o Governo de Angola não admite concessões na qualidade das infra-estruturas e dos equipamentos do Hospital Américo Boavida, projectado para se afirmar como uma referência nacional e regional em assistência, ensino e investigação médica.

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Sílvia Lutucuta deixou a garantia durante uma reunião de alto nível na sede da PowerChina, em Pequim, no quadro de uma visita de trabalho com agenda estratégica centrada no reforço da cooperação bilateral e na reabilitação e ampliação do Hospital Américo Boavida, em Luanda.

Segundo um comunicado do Ministério da Saúde, a missão visa assegurar que a unidade hospitalar disponha de tecnologia médica de última geração, alinhada com padrões internacionais de qualidade, segurança e sustentabilidade, com especial atenção ao rigor técnico, à certificação e à conformidade dos equipamentos.

No encontro com responsáveis da PowerChina conglomerado responsável pelo projecto, através da Sinohydro a governante foi peremptória ao exigir o cumprimento integral das especificações definidas pela tutela, sublinhando que o futuro hospital deve assumir um patamar de excelência superior ao das actuais unidades de referência do país.

A delegação angolana realizou ainda uma visita técnica às instalações da GE HealthCare, onde avaliou processos de fabrico e validação de equipamentos de diagnóstico avançado, incluindo ressonância magnética, tomografia computorizada, mamografia, PET-Scan e soluções robóticas, reconhecendo a fiabilidade tecnológica e o valor estratégico da parceria.

De acordo com a ministra, o Hospital Américo Boavida deverá superar os níveis já alcançados por outras unidades do Estado e integrar-se num conjunto de projectos estruturantes em curso, que incluem o Hospital dos Queimados e o Instituto de Anatomia Patológica Forense, reforçando a sustentabilidade e a capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde.