SADC considera eleições na Tanzânia injustas e irregulares
Pela primeira vez na sua história, a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) classificou como injustas e irregulares as eleições presidenciais de Outubro na Tanzânia. O relatório preliminar da missão de observação aponta que os princípios democráticos da organização não foram respeitados. A União Africana mantém-se silenciosa face às críticas.

Registro autoral da fotografia
Entre as principais irregularidades destacadas, segundo a emissora alemã DW, encontram-se restrições à liberdade de imprensa, abusos das forças de segurança e a impossibilidade de os eleitores exercerem o seu direito de escolha de forma livre.
A situação degenerou em violência: a organização Human Rights Watch (HRW) condenou o recurso a força letal pelas autoridades tanzanianas durante protestos contra os resultados eleitorais. Fontes hospitalares citadas pela agência EFE indicam que pelo menos 150 pessoas perderam a vida nas manifestações em Dar es Salaam, a maior cidade e capital económica do país.
O principal partido da oposição, Chadema, fala em cerca de mil mortos em oito das 31 regiões, embora estas estimativas ainda não tenham sido confirmadas por fontes independentes. As autoridades locais não divulgaram números oficiais, apesar de a presidente eleita ter reconhecido, no discurso de posse, que houve perdas de vidas durante o processo eleitoral.
A reação internacional intensifica-se à medida que a Tanzânia enfrenta críticas sobre a transparência e legitimidade do seu processo democrático. Especialistas alertam que esta situação poderá ter consequências políticas e económicas para o país e para a estabilidade da região.
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