Três mil Milhões garantem continuidade da produção petrolífera no Bloco 15
A indústria petrolífera angolana ganhou novo fôlego com a confirmação de um investimento de três mil milhões de dólares da ExxonMobil para prolongar a exploração do bloco 15, operação que garante produção até 2037 e reforça o peso estratégico de Angola no mercado energético mundial. O acordo, formalizado em Luanda, junta a petrolífera norte-americana à Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e foi testemunhado pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás.

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Na cerimónia, Diamantino Azevedo sublinhou que a aposta da ExxonMobil reflecte a confiança na “política de flexibilidade e transparência” adoptada pelo Executivo, factores que, frisou, se tornaram determinantes para captar capital estrangeiro num cenário global marcado por forte concorrência e pela pressão da transição energética. O ministro destacou ainda que a estabilidade regulatória continua a ser um requisito vital para garantir novas operações no sector.
O presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, apontou este investimento como a porta de entrada para novos compromissos já alinhados para 2026, incluindo as decisões finais relativas aos projectos Kizomba A e B, que juntos ultrapassam os três mil milhões de dólares. Só o Kizomba A representa 1,4 mil milhões, valor que, segundo a ANPG, será decisivo para estabilizar os níveis de produção.
A extensão da vida útil do bloco 15 foi igualmente tratada numa audiência com o Presidente da República, onde o vice-presidente da ExxonMobil para Operações em Águas Profundas, Hunter Farris, confirmou que o projecto permitirá manter o fluxo de riqueza e assegurar novos benefícios para o Estado angolano. O responsável enalteceu ainda os 50 anos da independência de Angola, gesto registado numa nota oficial da Presidência.
Hunter Farris afirmou que a ampliação do bloco representa “uma decisão estratégica para o mercado da energia” e garante ao país uma previsibilidade rara no actual contexto internacional. O dirigente revelou que o encontro com o Chefe de Estado abordou questões técnicas da operação localizada a cerca de 370 quilómetros a noroeste de Luanda.
De acordo com o Ministério dos Recursos Minerais, Angola mantém actualmente uma produção superior a um milhão de barris por dia. Este novo investimento é apresentado como mais um passo no esforço do país para preservar a estabilidade do sector, maximizar receitas e atrair parceiros dispostos a reforçar tanto a exploração como a capacidade nacional de refinação.
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