Cazenga: munícipes denunciam alegados esquemas financeiros na Administração
A Administração Municipal do Cazenga está a ser alvo de acusações relacionadas com alegados esquemas de desvio de fundos públicos e má gestão, envolvendo a administradora Nádia Neto e colaboradores próximos. As denúncias referem-se, entre outros pontos, ao processo de concessão de licenças de obras, à intenção de lotear espaços públicos e à utilização de empresas privadas para fins de alegada lavagem de dinheiro.

Registro autoral da fotografia
Segundo informações recolhidas no município e de fontes internas, a emissão de licenças de obras estaria condicionada à autorização da administradora, situação que terá provocado constrangimentos quando esta se ausentou numa viagem. As mesmas fontes indicam ainda que existe uma intenção de lotear o espaço denominado “Feira do Amor”, situado em frente ao Banco Sol, para a instalação de lojas, processo que teria começado com a colocação de caixas automáticas no local, interpretada como uma forma de preparar futuras operações de cedência.
Outro ponto tem que ver é a alegada ligação entre a Administração Municipal e a empresa GEMASIL, referida por fontes como instrumento de contratos “chorudos” e de movimentações financeiras suspeitas, através da intervenção de gestores próximos, como Gelson Silva, proprietário da empresa, e o administrador do Kimakieza, Arsênio Mambonzo.
As acusações incluem também referências à cobertura de viagens da administradora e do marido, supostamente financiadas pela empresa.
A gestão de património da extinta GETRUC é igualmente alvo de críticas. Viaturas atribuídas àquela estrutura do Estado teriam sido desviadas, alegadamente em posse de familiares e colaboradores da administradora. Nomes que vão desde o assessor, Crispin, que tem em posse uma viatura de Marca Mitsubishi e Hiundai Tucson, até ao esposo de uma das secretárias da administradora, que, segundo as informações, não é funcionário da administração, são desmedidas vezes citadas.
ADMINISTRAÇÃO JÁ REAGIU
Perante estas acusações, o assessor da administradora, Crispin, ouvido pela PONTUAL, no exercício do cruzamento das informações, começou por dizer que não há intenção de lotear espaços situado nas proximidades do Banco Sol. O assessor esclareceu que a movimentação no perímetro é parte da intenção da construção de um jardim, a criação de espaços de lazer para crianças e a requalificação da Rua dos Comandos, entre a Cuca e a entrada da FILDA.
Relativamente às viaturas, o assessor garantiu que tem em posse uma das viaturas, mas já “abatida”. Afirmou, mais adiante, que se trata de meios já existentes e recuperados pelo IGAI, negando a aquisição irregular de novos veículos.
Questionado sobre a existência da empresa GEMASIL, o porta-voz da administradora respondeu com limitações, dizendo que não a pessoa mais indicada para abordar tal assunto, por desconhecer a mesma.
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