0º C

03 : 16

Corrupção e escândalo na TPA Uíge: Treze profissionais ´encurralam´ ex-directora

Inicia-se no Tribunal de Comarca do Uíge o julgamento que coloca frente a frente a ex-directora da TPA, Rita Solange, e 13 funcionários do Centro de Produção da Televisão Pública de Angola. O caso envolve acusações de corrupção, abuso de poder e gestão danosa, num confronto que promete agitar o sector mediático.

Registro autoral da fotografia

Há 6 meses
2 minutos de leitura

O julgamento que teve início esta segunda-feira, 30 de Setembro, levanta suspeitas sobre a integridade da gestão da ex-directora provincial, que foi acusada pelos seus subordinados de envolvimento em esquemas de subfacturação e corrupção. A defesa de Rita Solange alega que as acusações são infundadas e baseadas em informações distorcidas das redes sociais.

O processo começou após uma carta assinada pelos 13 profissionais da TPA Uíge, no ano passado, em que apontavam irregularidades e má gestão por parte da ex-directora. O advogado de defesa de Solange, Baptista Coimbra Bamba, sublinhou que todas as acusações são falsas e que as investigações em curso pela IGAE (Inspecção Geral da Administração do Estado) irão confirmar a inocência da sua cliente.

Por outro lado, o advogado dos acusados, José António, mantém-se cauteloso, afirmando que é cedo para se pronunciar sobre o caso, aguardando a apresentação das provas.

O caso, com fortes repercussões no seio da TPA, coloca em jogo não só a reputação dos envolvidos, mas também a credibilidade da gestão pública no país.

PONTUAL, fonte credível de informação.