Governo britânico acusa Angola e ameaça restrições de vistos
O Governo britânico lançou um aviso duro a Angola, afirmando que poderá restringir a emissão de vistos se Luanda não aceitar o regresso de cidadãos angolanos em situação irregular. A advertência, que abrange também a Namíbia e a República Democrática do Congo, foi tornada pública numa altura em que Londres promete uma ofensiva inédita contra a imigração ilegal.

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O Ministério do Interior classificou como “inaceitável” o nível de cooperação destes três países africanos no processo de deportação, sustentando que milhares de imigrantes ilegais originários dessas nações permanecem actualmente no Reino Unido. Segundo o secretário de Estado para o Asilo e Segurança das Fronteiras, Alex Norris, os governos visados dispõem de um mês para demonstrar avanços.
Caso nada mude, Londres pondera travar a atribuição de vistos de turismo e vistos VIP, podendo alargar a medida a outros países com elevados índices de pedidos de asilo. A ministra do Interior, Shabana Mahmood, reforçou a mensagem, alertando que os Estados que não acolherem os seus nacionais “perderão o privilégio de entrar” no território britânico.
A escalada de pressão acontece no dia em que a ministra apresenta no Parlamento um pacote legislativo que promete remodelar profundamente a política migratória, incluindo o encurtamento das protecções para refugiados e a eliminação do acesso automático a apoios sociais para requerentes de asilo. O Governo quer ainda acelerar expulsões através de nova legislação que limita recursos assentes na Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
Londres enfrenta números recorde: desde Janeiro, 39.292 pessoas chegaram em pequenas embarcações pelo Canal da Mancha, superando o total de 2024. Os pedidos de asilo subiram 18% no último ano, ao contrário da tendência europeia, que registou uma descida de 13%.
A crescente pressão migratória tem fragilizado o Executivo trabalhista, eleito no ano passado. As sondagens colocam agora o Partido Reformista, força populista de direita anti-imigração, à frente do Governo, alimentado pelo descontentamento público com a gestão das fronteiras.
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