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Há crise na TAAG: cancelamentos sucessivos deixam passageiros em fúria

A TAAG enfrenta uma forte pressão após cancelar 12 voos para Cabinda, num cenário que já provocou protestos de passageiros e revelou fragilidades na disponibilidade de aeronaves.

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A companhia admite um “contexto desafiante” nas operações, atribuindo os constrangimentos à escassez global de peças aeronáuticas, factor que tem condicionado a manutenção e utilização da frota, com impacto directo nas ligações domésticas e regionais.

A tensão atingiu o auge no domingo, quando passageiros impedidos de viajar pela terceira vez consecutiva protestaram no Aeroporto Internacional Aeroporto Internacional António Agostinho Neto, exigindo soluções imediatas. A situação obrigou à intervenção policial e resultou em detenções momentâneas.

Perante o caos, a transportadora garante que os passageiros afectados têm prioridade absoluta na reacomodação, estando a ser integrados nos próximos voos. A empresa assegura ainda apoio com reagendamento flexível, alojamento e alternativas de transporte.

Para travar a crise, a TAAG activou um plano de contingência que inclui a utilização de aeronaves de maior capacidade nas rotas críticas e promete normalizar a operação até quinta-feira, numa corrida contra o tempo para recuperar a confiança dos passageiros.