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Parceria: Economia digital e energias renováveis no centro das novas ambições entre Angola e China

A cooperação entre Angola e a China poderá entrar numa nova fase marcada pela inovação tecnológica, com os dois países a apontarem baterias para sectores estratégicos como a Inteligência Artificial, a economia digital e as energias renováveis.

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A intenção foi revelada esta terça-feira pelo embaixador da China em Angola, Zhang Bin, após uma audiência com o Presidente da República, João Lourenço, em Luanda. O encontro serviu para avaliar o actual estado das relações bilaterais e identificar novas oportunidades de crescimento conjunto.

No final da reunião, o diplomata destacou a vontade mútua de aprofundar a cooperação económica e expandir as áreas de parceria para domínios considerados fundamentais para o futuro. Entre os sectores prioritários figuram a Inteligência Artificial, a transformação digital e as energias emergentes, áreas que ganham cada vez mais peso nas estratégias de desenvolvimento dos dois países.

Zhang Bin salientou ainda que o investimento chinês já tem presença consolidada em vários segmentos da economia angolana, incluindo a produção de materiais de construção, o sector imobiliário, a indústria alimentar, a indústria têxtil e a criação de parques industriais. Segundo o embaixador, estes investimentos continuam a desempenhar um papel relevante na dinâmica económica nacional.

Durante as conversações, as duas partes fizeram também um balanço dos resultados alcançados nos últimos anos e reafirmaram o compromisso de diversificar a cooperação bilateral. De acordo com o diplomata, Angola e China partilham a visão de que a inovação tecnológica e as novas fontes de energia poderão tornar-se os próximos grandes motores de crescimento das relações entre os dois países.