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Angola amplia rede vigilância sísmica com apoio financeiro da Coreia do Sul

Angola prepara-se para dar um salto significativo na monitorização de fenómenos sísmicos, após uma doação de 250 mil dólares da Embaixada da República da Coreia, destinada à instalação de quatro novas estações sísmicas em pontos estratégicos do país.

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O investimento resulta de uma parceria entre o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) e a representação diplomática sul-coreana, no âmbito do Projecto de Reforço e Ampliação da Rede Sísmica Nacional, integrado no Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027.

As novas estações vão ser instaladas nas províncias de Benguela, Huíla, Namibe e Cunene, com o objectivo de fortalecer a capacidade nacional de detecção e resposta a eventos sísmicos, contribuindo para a protecção das populações e das infra-estruturas críticas.

A entrega oficial dos sensores sísmicos está marcada para esta Sexta-feira, dia 20, na sede do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INAMET), em Luanda, cerimónia que contará com a presença do ministro Mário Augusto da Silva Oliveira e do embaixador da República da Coreia em Angola, Kwanjin Choi.

Segundo o MINTTICS, Angola dispõe actualmente de sete estações sísmicas de última geração, todas operacionalizadas pelo INAMET, no quadro da execução do projecto nacional de reforço da rede de vigilância geofísica.

Com a incorporação das quatro novas infra-estruturas, o país passará a contar com 11 estações sísmicas distribuídas pelo território nacional, reforçando a prevenção de riscos naturais e elevando o nível de segurança face à actividade sísmica.