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Barrado nos EUA, árbitro somali regressa e é recebido como herói

Impedido de entrar nos Estados Unidos quando se preparava para participar no Mundial de 2026, um árbitro somali regressou a casa sob uma onda de solidariedade que transformou o aeroporto de Mogadíscio num palco de emoção e apoio popular.

Registro autoral da fotografia

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O juiz, que integrava a equipa de arbitragem prevista para actuar em jogos do Campeonato do Mundo de 2026, foi impedido de entrar em território norte-americano por razões que continuam por esclarecer. O caso gerou atenção no universo do futebol e levantou questões sobre o impacto da decisão na sua carreira internacional.

À chegada ao Aeroporto Internacional de Aden Adde, na capital somali, o árbitro foi recebido por familiares, colegas de profissão e dezenas de cidadãos, que fizeram questão de demonstrar apoio perante um episódio que surpreendeu a comunidade desportiva.

O incidente surge numa fase de intensa preparação para o Mundial de 2026, uma das maiores montras do futebol mundial. A ausência de explicações oficiais por parte das autoridades competentes alimenta a curiosidade em torno das circunstâncias que impediram a entrada do árbitro nos Estados Unidos.

Até ao momento, também não foram divulgadas informações sobre eventuais consequências para a participação futura do juiz em competições internacionais, mantendo-se a incerteza quanto aos próximos passos da sua carreira.