Consultora britânica Oxford: preço alto do petróleo favorece Angola, mas dependência de importações preocupa
A escalada do preço do petróleo pode reforçar as receitas do Estado angolano, mas também revela uma vulnerabilidade preocupante: o país continua dependente da importação de combustíveis refinados, o que pode inflacionar a factura energética e pressionar as contas públicas.

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A análise é da consultora britânica Oxford Economics, que alerta para um impacto “ambíguo” da subida do preço do crude Brent na economia angolana. A instituição reviu a previsão para o segundo trimestre, elevando o valor estimado de 64 para 79 dólares por barril, cenário que tende a fortalecer as receitas de exportação e a melhorar o saldo orçamental e externo do país.
Apesar dessa vantagem, os analistas sublinham um problema estrutural: a limitada capacidade de refinação obriga Angola a importar grandes volumes de combustíveis para consumo interno. Essa dependência, associada ao sistema de subsídios aos combustíveis, pode tornar-se um fardo financeiro se o preço internacional do petróleo permanecer elevado por muito tempo.
Neste contexto, a consultora adverte que o Governo poderá enfrentar dificuldades para sustentar os subsídios que mantêm os preços domésticos mais baixos, sobretudo num cenário de aumento do custo das importações e de forte pressão do serviço da dívida pública.
No plano da produção, as previsões indicam uma recuperação moderada. A Oxford Economics estima que Angola produza cerca de 1,13 milhões de barris por dia em 2026, impulsionada por novos projectos petrolíferos, embora a Agência Internacional da Energia projete um valor ligeiramente inferior, de 1,10 milhões. Em Fevereiro, a produção nacional situou-se em 1,09 milhões de barris diários, acima dos 1,07 milhões registados em Janeiro.
C/Lusa
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