De ex-presidente a opositor: Kabila procura recuperar protagonismo político na RDC
O ex-presidente congolês Joseph Kabila regressou à cena política com o lançamento do movimento “Salve a República Democrática do Congo”, uma nova plataforma que reúne partidos e membros da sociedade civil. O anúncio, feito em Nairobi, Quénia, já está a provocar fortes reacções em Kinshasa, onde o partido no poder minimizou a iniciativa, classificando-a como “um não-evento”.

Registro autoral da fotografia
Em declarações à Rádio Okapi, Daniel Aselo, figura sénior da União para a Democracia e o Progresso Social (UDPS), foi contundente: “O ex-presidente da República, condenado à morte pela justiça congolesa por envolvimento num movimento rebelde, não tem qualquer autoridade moral para falar de democracia.”
O dirigente tshisekedista recordou ainda os 18 anos de governo de Kabila, marcados, segundo ele, por repressão e violações dos direitos humanos. “Depois de tudo o que o país sofreu sob a sua liderança, nenhum verdadeiro congolês pode segui-lo agora e ouvi-lo falar em democracia. O que Joseph Kabila não fez para nos fazer chorar?”, questionou, em tom de indignação.
O conclave de forças políticas e sociais, realizado em Nairobi, tinha como propósito discutir o futuro da RDC e culminou com a criação do movimento “Salve a República Democrática do Congo”, que Kabila apresentou como um projecto de renovação nacional.
Fontes próximas do antigo chefe de Estado garantem que o novo movimento pretende “defender os valores republicanos e restaurar a unidade nacional”, enquanto críticos acusam Kabila de tentar reconstruir a sua influência política e preparar terreno para um eventual regresso ao poder.
Nos círculos políticos de Kinshasa, cresce a percepção de que o reaparecimento de Kabila pode fragilizar a liderança de Félix Tshisekedi, cuja popularidade tem sofrido abalos.
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