Governo quer usar fundos recuperados no exterior para travar défice de escolas
O Presidente da República reconheceu esta segunda-feira que a exclusão escolar em Angola atingiu níveis elevados e revelou que o Governo trava uma batalha para recuperar recursos financeiros no exterior, com vista à construção urgente de mais escolas no país.

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Durante a tomada de posse da nova ministra da Educação, Erika Aires, João Lourenço afirmou que a insuficiência de infra-estruturas educativas, agravada pela forte pressão demográfica, continua a empurrar milhares de crianças para fora do sistema de ensino, apesar das obras realizadas no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios.
O Chefe de Estado desafiou a governante a trabalhar para garantir que nenhuma criança fique sem acesso à escola, sublinhando que a educação constitui um pilar essencial para o desenvolvimento nacional e que o défice actual exige respostas rápidas, sobretudo ao nível do ensino primário.
João Lourenço revelou que o Executivo procura reaver fundos depositados em bancos estrangeiros, nomeadamente europeus, já reconhecidos por decisões judiciais como pertencentes ao Estado angolano, assegurando que parte significativa desses recursos deverá ser canalizada para a construção de novas escolas.
O Presidente defendeu ainda que o aumento das infra-estruturas deve ser acompanhado pela formação e admissão de professores e pessoal administrativo, à semelhança do que ocorre no sector da saúde, com o objectivo de garantir o funcionamento efectivo das novas unidades de ensino.
Por sua vez, Erika Aires anunciou que o sector será alvo de uma avaliação profunda, reafirmando o compromisso de expandir a rede escolar, recrutar docentes e modernizar o sistema educativo, num contexto em que o Orçamento Geral do Estado prevê um reforço do sector social, destinando cerca de seis por cento à educação.
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