ONU está a acompanhar «saída futura» de Angola da lista de países menos desenvolvidos
A ONU anunciou esta Segunda-feira que está a acompanhar a “saída futura” de Angola do grupo de países menos desenvolvidos, juntando-se a Cabo Verde e São Tomé e Príncipe na lista de países de rendimento médio.

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No anúncio, dos serviços de imprensa da ONU, salienta-se que “Angola integra os países menos desenvolvidos desde 1994 e recebe assistência para a graduação”.
Os serviços de imprensa da ONU acrescentam que relativamente aos restantes países de língua portuguesa em África que ainda figuram na categoria de países menos desenvolvidos estão a Guiné-Bissau, desde 1981, Moçambique, que foi incluído em 1988, e Timor-Leste, que entrou na lista em 2002.
Cabo Verde graduou-se em 2017, ao fim de 30 anos no bloco dos países menos desenvolvidos.
Portugal é o único país desenvolvido do grupo de países de língua oficial portuguesa.
O Brasil está no grupo dos países de desenvolvimento médio e em 2024 a economia brasileira foi considerada a nona maior do mundo.
Na passada Sexta-feira a ONU anunciou que “São Tomé e Príncipe deixou oficialmente de integrar a categoria de Países Menos Desenvolvidos”, referindo que esse marco assinala “uma conquista significativa na jornada de desenvolvimento”.
Segundo uma publicação no portal da ONU na Internet, o anúncio foi feito em Nova Iorque pelo Escritório da alta representante para os Países Menos Desenvolvidos, Países em Desenvolvimento Sem Litoral e Pequenos Estados-ilha em Desenvolvimento.
A “promoção” de São Tomé e Príncipe foi saudada efusivamente pelo primeiro-ministro são-tomense.
Numa declaração divulgada no Sábado, Patrice Trovoada disse tratar-se de um “marco importante” e um “momento histórico”.
“É com profundo orgulho e um sentido de responsabilidade que hoje partilhamos um marco importante na trajectória de São Tomé e Príncipe, que é a graduação do nosso país do grupo de países menos avançados para o estatuto de país de renda média. É o reconhecimento do progresso que alcançámos ao longo dos anos, fruto do esforço colectivo de todos os são-tomenses e das parcerias sólidas que cultivamos com a comunidade internacional”, salientou Patrice Trovoada.
A graduação de São Tomé e Príncipe para país de rendimento médio acontece numa altura em que o arquipélago continua sem acordo de crédito alargado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), apesar do acordo técnico anunciado em Novembro após dois anos de negociações.
O Comité de Políticas de Desenvolvimento das Nações Unidas é que propõe as economias que transitam e identifica os que devem cumprir os critérios para iniciar o processo de graduação que acontece a cada dois anos.
A categoria de países menos desenvolvidos foi criada pela ONU em 1971 e incentiva a prestação de ajuda a países de baixo rendimento por serem altamente vulneráveis à crise económica e ambiental e terem baixos níveis de desenvolvimento humanos.
C/VA
PONTUAL, fonte credível de informação.
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