“Discurso optimista não enche mesa”: UNITA confronta Executivo
A UNITA lançou duras críticas ao Executivo e considerou “inaceitável” que, num país rico em recursos, a sobrevivência seja tratada como modo de vida, denunciando um contraste “chocante” entre os discursos oficiais e a realidade das famílias.

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A posição foi assumida por Albertina Ngolo, presidente do grupo parlamentar da UNITA, durante a declaração política trimestral na Assembleia Nacional. A deputada apontou o aumento do custo de vida, a perda do poder de compra, o desemprego crescente — sobretudo entre jovens — e a dependência do petróleo como sinais de um modelo económico frágil e distante das necessidades reais.
Segundo a parlamentar, persistem falhas graves nos serviços públicos, com limitações no acesso à saúde, educação, água potável e saneamento, além de políticas inconsistentes no combate à pobreza. As desigualdades sociais e regionais, sublinhou, continuam a ameaçar a coesão nacional, deixando milhões de angolanos em situação de elevada vulnerabilidade.
No plano político, Albertina Ngolo alertou para sinais de enfraquecimento institucional, partidarização excessiva das instituições e restrições ao exercício de liberdades fundamentais. Criticou ainda o recurso frequente a ajustes directos, que, no seu entender, passaram de excepção a regra, e denunciou alegados casos de “criminalização da opinião” e detenções de activistas.
A deputada defendeu reformas profundas e uma governação centrada no cidadão, advertindo que o país não pode continuar a ser conduzido por “impulsos e propaganda”. Apesar das críticas, destacou a recente visita do Papa Leão XIV como um apelo à reconciliação e à construção de uma paz efectiva, baseada no bem comum e na superação de divisões.
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