Conflito no Médio Oriente obriga Angola a activar plano de emergência
O agravamento do conflito no Médio Oriente já faz soar alarmes em Angola: o Governo decidiu avançar com a criação urgente de reservas estratégicas de alimentos, combustíveis, medicamentos e fertilizantes para travar possíveis rupturas no abastecimento.

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A decisão saiu da reunião extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros e foi anunciada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano. O Executivo pretende reforçar ‘stocks’ essenciais, incluindo equipamento hospitalar consumível — como seringas e materiais derivados do petróleo perante o risco crescente de perturbações nas cadeias logísticas globais.
Segundo o governante, os sinais de tensão já são visíveis: dificuldades na circulação marítima, aumento acentuado dos custos de transporte e seguros que, em alguns casos, ultrapassam os 200% — e pressão directa sobre os preços dos produtos importados. A situação levanta sérias preocupações num país ainda dependente de refinados e de vários bens externos.
O cenário é ainda mais sensível no sector agrícola. Os fertilizantes registam subidas superiores a 50% e cresce o receio de escassez nos mercados internacionais, o que pode comprometer os esforços de Angola para reforçar a segurança alimentar. Para evitar um impacto directo na próxima campanha agrícola, o Executivo decidiu antecipar importações de sementes, adubos e químicos para tratamento de água.
No domínio energético, o Governo prepara reservas de combustíveis para pelo menos 90 dias, aproveitando a capacidade do Terminal Oceânico da Barra do Dande. Ainda assim, o contexto global adverso pode abrir uma janela inesperada: com perdas estimadas em dezenas de milhares de milhões de dólares no turismo do Médio Oriente, Angola posiciona-se para captar parte desse investimento e transformar a crise em oportunidade.
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