Mesmo sob pressão judicial, Higino Carneiro avança para liderar o MPLA
Apesar das nuvens judiciais que ainda pairam, o general Higino Carneiro volta à carga e reafirma, sem hesitações, a ambição de liderar o MPLA, numa jogada que promete agitar os bastidores do partido no poder.

Registro autoral da fotografia
Numa mensagem divulgada esta quinta-feira nas redes sociais, o antigo governador — constituído arguido em Dezembro por alegados crimes de peculato e burla qualificada — declarou a intenção de avançar para a presidência do partido “logo que estejam reunidas as condições formais”. O anúncio surge em plena preparação do congresso do MPLA, marcado para 9 e 10 de Dezembro.
Higino Carneiro pediu o apoio directo dos militantes, sublinhando que a candidatura não nasce de ambição pessoal, mas de um “compromisso colectivo” com o futuro do partido e do país. Entre as prioridades apontadas, destacou a necessidade de aprofundar a democracia interna, modernizar a organização e reforçar a ligação com a sociedade.
O general defende ainda a união da “família MPLA”, dentro e fora de Angola, e promete valorizar as bases, ao mesmo tempo que traça como meta a vitória nas eleições gerais de 2027. Apelou também a um processo interno transparente, evitando divisões que possam fragilizar o partido numa fase considerada decisiva.
Num tom conciliador, insistiu que a sua aposta passa por “somar e não dividir”, defendendo respeito mútuo entre os militantes, independentemente do desfecho da disputa. Ainda assim, a sua entrada na corrida surge num momento sensível, o que antecipa um congresso longe de consensos tranquilos.
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