MPLA acusa oposição de minar a unidade nacional
O MPLA endureceu o discurso e assegurou que a estabilidade de Angola não será refém de “ambições partidárias desmedidas”, acusando a oposição de difundir suspeições e discursos falaciosos num momento que exige unidade nacional.

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A posição foi defendida por Joaquim Reis Júnior, presidente do grupo parlamentar do MPLA, durante a declaração política trimestral na Assembleia Nacional. O responsável sublinhou que o país permanece comprometido com a paz e a estabilidade, apontando a recente visita do Papa Leão XIV como prova desse ambiente de reconciliação.
O deputado apelou aos cidadãos para rejeitarem narrativas que, segundo disse, alimentam a desconfiança e fragilizam a coesão social. Destacou que Angola vive um período de consolidação da paz, 24 anos após o fim do conflito armado, defendendo que “não se constrói uma nação com intolerância ou espírito de vingança”.
Na mesma intervenção, Joaquim Reis Júnior enalteceu a liderança do Presidente João Lourenço, referindo que o chefe de Estado tem reforçado a imagem externa do país através da diplomacia. Segundo o MPLA, as deslocações oficiais resultam em investimentos concretos, com impacto em sectores como a indústria, educação e saúde.
O partido no poder rejeitou ainda críticas à actuação internacional do Presidente, classificando como “demagógica” a tentativa de equiparar a sua agenda diplomática a turismo político. Em tom crítico, o grupo parlamentar acusou adversários de distorcerem factos e de promoverem ilusões sem apresentar soluções para o país.
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