MPLA reage a Ventura e acusa sectores portugueses de “saudosismo colonialista”
O MPLA desvalorizou esta segunda-feira as críticas de André Ventura ao Estado angolano, classificando-as como “triviais” e motivadas por cálculos eleitorais em Portugal. O partido no poder foi mais longe e apontou a existência de “sectores ainda presos a um saudosismo colonialista” que, afirma, insistem em olhar para Angola com nostalgia do passado.

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O secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, Esteves Hilário, afirmou que as declarações do líder do Chega encaixam no estilo “populista” que Ventura tem adoptado. Disse que utilizar Angola como alvo político “rende votos” e que o MPLA entende essa estratégia no contexto da campanha em curso em Portugal.
À margem da Reunião Plenária da Assembleia Nacional, Esteves Hilário lamentou que, quase meio século após a independência, persistam sectores portugueses que ainda não ultrapassaram o capítulo colonial. Sublinhou que Angola é soberana desde 1975, toma as suas próprias opções e responde às críticas “com a firmeza da sua independência”.
O político angolano reiterou que cada país deve tratar dos seus próprios assuntos, defendendo que Angola não interfere no debate interno português e espera igual postura: “Pedimos apenas que deixem os temas de Angola para os angolanos.”
As reacções surgem após André Ventura ter classificado como “inaceitáveis” as palavras de João Lourenço durante as cerimónias dos 50 anos da Independência, em Luanda, onde o Chefe de Estado angolano abordou o peso histórico do colonialismo português. Ventura acusou Marcelo Rebelo de Sousa de ter “desvalorizado” as afirmações e disse que Portugal não pode aceitar “humilhações”, atacando duramente o MPLA e a elite dirigente angolana.
O líder do Chega defendeu ainda que o atraso de Angola não se deve ao colonialismo, mas sim “à corrupção das elites”, e insistiu que Portugal deve orgulhar-se da sua História, em vez de continuar a “pedir desculpa” pelo passado.
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