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Jornalismo nos PALOP: Polígrafo África vai desmascarar mentira dos políticos?

Luanda prepara-se para acolher o lançamento de um novo jornal ‘online’, o Polígrafo África, que surge como uma extensão do bem-sucedido Polígrafo português, focado no ‘fact-checking’. O projecto, que será oficialmente inaugurado nesta Terça-feira, visa verificar a veracidade de informações veiculadas nos discursos políticos e mediáticos nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

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Há 6 meses
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Maurício Vieira Dias, director do Polígrafo África, revelou que a iniciativa terá sede em Luanda e contará com uma equipa de jornalistas distribuídos por Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Com uma proposta semelhante à do Polígrafo Portugal, o novo veículo de comunicação vai além do jornalismo tradicional, dedicando-se à análise minuciosa de declarações públicas. Informações consideradas incorretas serão marcadas com o selo de “falso”, enquanto as verdadeiras ou imprecisas receberão as devidas classificações.

“A nossa missão é confrontar os discursos com documentos oficiais e oferecer uma análise rigorosa”, explicou Maurício Dias, sublinhando que a plataforma respeitará sempre os padrões do jornalismo. Com pelo menos 20 jornalistas a compor a equipa inicial, o Polígrafo África promete trazer maior transparência à cobertura jornalística nos PALOP, colocando no ar o seu ‘site’ já nesta Terça-feira.

O director do projeto assegurou também que a sustentabilidade financeira está garantida, graças a uma parceria estabelecida com a Meta Platforms, responsável por gigantes das redes sociais como Facebook, Instagram e WhatsApp.

PONTUAL, fonte credível de informação.